A SERPENTE | LONGA-METRAGEM COM MATHEUS E LUCÉLIA

Olha, das coisas que amo do meu trabalho é poder estar junto aos criativos, é ver um projeto chegar ao seu público. E foi assim com o lançamento do filme A Serpente, de Jura Capela, protagonizado por Matheus Nachtergaele e Lucélia Santos: convidada por Matheus e Miriam Juvino para mais uma parceria, cuidar da comunciação do lancamento no RJ, SP e Recife do longa. Um projeto independente tratado como grande por todos nós, pela importância de Nelson Rodrigues na nossa vida, por ter Lucélia de volta ao cinema interpretando as duas personagens do texto do seu grande autor – ela era a preferida do dramaturgo -, por Matheus, esse bicho de teatro de cinema da nossa cultura.
Hoje, 15/8, tem SP, no CineSescSP e, dia 22/8, o filme chaga ao Cinema São Luiz, no Recife. Estreamos no Rio no dia 25 de julho.
Uma honra e uma alegria trabalhar com artistas tão competentes e talentosos como profissionais, corretos com o dia a dia do meu trabalho. Matheus é muito tudo isso.

Clipping matérias publicadas: https://drive.google.com/open?id=1RoQf83ne51gP38zVoAwhgSnLwRYf9VXY
Foto: Jura Filmes

O PRÍNCIPE POEIRA E A FLOR DA COR DO CORAÇão

Hoje foi a última sessão do espetáculo O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração, que fiz a divulgação durante a temporada no Oi Futuro, no Rio de Janeiro. Espetáculo infantojuvenil que aborda temas delicados, como a diversidade, a morte, o amor, a intolerância. Texto e direção de Saulo Sisnando, que conseguiu tocar as pessoas com sua delecadeza na fala, na cena, no tempo de cada situação explorada pelo competente elenco formado por Amanda Melo, Daniel Dias da Silva, Fabrício Polido e Nedira Campos. Idealizado pelo ator e cantor Marcelo Nogueira, a montagem contou com a produção da querida Cacau Gondomar. Um lindo e comovente espetáculo que pode ajudar o mundo a entender que podemos ser diferentes e, ainda assim, sermos gentis uns com os outros.
Foto de cena: Luciana Mesquita

Clipping matérias publicadas: https://drive.google.com/open?id=1JLhL_7wVJM2jVLkUtuKeZTI7MiRW2gKf


Robert Cray é PREMIADO homem show

Quando trabalho com artistas que admiro o prazer de sentar e assistir ao show é imenso. Foi assim com a apresentação do guitarrista americano Robert Cray, que no dia 2 de agosto subiu ao palco do Vivo Rio com o seu quarteto para única apresentação. Um showzaço, bradavam os seus fãs após um pouco mais de uma hora e quarenta minutos de show, incluindo o bis. Aos 66 anos, comemorados no Brasil, ele não pensa em parar de tocar tão cedo e nós agradecemos. O trabalho teve ótimo retorno de mídia e tivemos um Vivo Rio lotado. Foi um show memorável. Dos bastidores, saber que comemoramos aniversário no mesmo dia, 1 de agosto, foi também um bom presente para mim. Parabéns, Mr. Cray.

Foto de parte da página do Segundo Carderno, do O Globo, com enytrevista concedida ao Sergio Luz e artigo escrito por Silvio Essinger.
Segue link: https://oglobo.globo.com/cultura/musica/nao-me-vejo-como-os-herois-da-guitarra-de-antigamente-diz-robert-cray-23833161

ESPELHO, ESPELHO MEU

Com quantos anos acordei hoje? Será que vinte cinco, cinquenta e quatro ou setenta e cinco? Pois é, para quem sempre acha que pode fazer tudo o tempo todo, nem sempre é fácil perceber que um dia você pode nadar os cem metros rasos e, no outro, o melhor mesmo é voar baixo, sem gastar muita energia. Neste dia, melhor perceber que acordou vinte anos mais velho, com setenta e cinco.
Nestes dias de cansaço e noites mal dormidas, sensação de olheiras no pé, dor nas costas, melhor mesmo é agradecer ao mosquito que pousou no espelhinho do banheiro. E, por conta disso, passei um fim de semana respondendo aos amigos o que havia acontecido com o espelho, o que respondia: “para matar um mosquito matei o espelho sem querer, e coitados, morreram os dois. Vou colocar uma foto do Dalai Lama, que vai ser mais útil ao escovar os dentes.” O que a amiga Miriam retrucou: “quanto desprendimento”.
Ontem pela manhã olhei para o buraco vazio na moldura e, após uma noite mal dormida, agradeci por não me ver com os setenta e cinco anos que acordei.  Mas o dia passou e consegui entender minhas limitações após um pouco mais de quatro horas dormidas, descobri como dar um pouco de liberdade para Dudu, o motivo da noite de vigília, após a cirurgia de castração do pequeno cão.
Mas voltando aquele fim de semana com os amigos, percebo que aquele pequeno grupo tinha algo em comum: coragem para mudanças e “tentativa” de consciência das limitações que a vida e o tempo nos impõe. E estar entre amigos é também fazer um tipo de terapia de grupo, quando observar, ouvir e, por vezes, ficar em silêncio, fazem parte do exercício.
Talvez, por isso, levaram na brincadeira a ausência do espelho no banheiro, por isso também acharam graça ao imaginar escovar os dentes olhando para o Dalai Lama. E, por isso, percebo que melhor que ter a imagem do sábio é ter na memória a imagem daqueles que seguram a sua mão e sabem se divertir com os meus devaneios. E para “compartir” o sentimento, a  super Pat fez a montagem na moldura do espelho do banheiro.
E percebo também que muito importa percebermos com quantos anos vamos acordar. Hoje o meu desafio maior é conseguir identificar o que cada etapa da vida tenta me mostrar, com a ajuda das pequenas sutilezas (do meu corpo) de cada dia.
E como sou uma otimista incurável, quem sabe passo o domingo com a sensação dos dezoito anos, ao sol, com a canga esticada na grama. E enquanto abro portas e janelas na @casa_passarim, deixo vocês com a nossa Elis Regina, com os versos de Zé Rodrix, a melhor tradução dos meus sonhos. Namastê.

Casa no campo: https://www.youtube.com/watch?v=1edqNf1AYBE

Quero, Quero é grito de Tunico da Vila

Tunico da Vila chegou meio que de repente e nada de mansinho ou devagarinho como o pai. E como já chega chegando, lança pela Sony Music o single e o clipe de Quero, Quero, releitura para o samba de autoria de Martinho da Vila, gravada originalmente no LP Presente, em 1977. Single e clipe chegam às plataformas digitais com a mistura do rap, com mensagens sobre liberdade e os direitos soberanos dos seres humanos.
A releitura do cantor e compositor conta com as participações mais que especiais do pai de Tunico, Martinho da Vila, e dos rappers BK, Dexter, Rappin Hood, Kamau, Rashid, e do coletivo Melanina Mc´s, que fizeram inclusões originais na canção (conforme letra completa da música e inclusões, em anexo).
Evoé Tunico, o seu grito nos representa.
Assista ao clipe de “Quero, Quero”: https://youtu.be/4ARO2ZHzqPA
Ouça a música “Quero, Quero”: https://SMB.lnk.to/QueroQuero

Faz de conta

Faz de conta que é domingo, que hoje é um domingo como qualquer outro. Estica uma canga, deite na grama despretensiosamente e coloque sua barriga ao sol. Observe que as vezes vele descobrir o melhor sorriso para a foto ficar feliz, perceba o cheiro do café. Seja curioso.
Vai lá e não exija muito de você porque às vezes o melhor a fazer é o que dá para fazer, e observe que até aqui deu certo. Perceba que o sorriso ficou mais fácil na era digital.
As vezes pode até estar tudo fora da ordem nacional, mas sorrir na foto, observar uma parede de tijolinho e parar a caminhada para fotografar é um momento feliz, com os amigos do trabalho, com o namorado, com os filhos, num domingo, ainda pode ser a melhor forma de dar conta e até acho que estamos sorrindo mais por conta desta forma nova de olhar através da tela do celular.
Então, faz de conta que é domingo, Dia das Mães, mas que é um domingo como pode ser qualquer outro, de amor divino, de mãe, incondicional e verdadeiramente afetuoso. De abraço, aquele acolhedor, naquele que você embalou, na mãe que você também embalou e olhe pro céu, agradeça apenas.
E hoje, trabalhando aqui em Paraty, agradeço ao Diego por me deixar ser sua mãe. Ao Dudu, meu jovem e pequeno filho cão que sabe como ninguém sorrir para a foto e colocar a barriga ao sol. E, simples assim, desejo um feliz Dia das Mães para todos nós – trabalhando ou não. beijo, Tia.
#bourbonfedtivalparaty
Paraty, RJ, 12 de maio de 2019.

Conexão Páscoa

Precisei arrumar a mala, fazer caber doces e cachaças. Mudas de plantas. Pensei que não daria conta de arrumar lugar para tudo, mas como não caberia tanto amor, misturado às minhas lembranças naquela bagagem de Páscoa.
Percebi ali, sentada no chão do quarto da prima Maria, que a conexão estava lá, que não havia se perdido – entre a nossa última Semana Santa na roça, no Sitio em Ponte do Balanço, em Santa Leopoldina, em 1978 e os nossos almoços e jantares desta Páscoa, em 2019.
Papai costumava visitar a única irmã que permaneceu no Espírito Santo. Tia Nair, o marido, Tio Orlando e os primos nos esperavam todos os anos  para comer a torta capixaba, tradição nas refeições de sexta, sábado, domingo, e enquanto durarem os estoques da iguaria. Mas papai nos deixou seis meses após aquela Páscoa de 1978 e nunca mais consegui retornar. Garota que precisou dar conta das ausências e talvez por honrar o luto da minha mãe, que jamais se recuperou daquele amor perdido num enfarto, quando ele tinha quarenta e seis e ela trinta e seis anos. 
Mas o tempo que passa é o tempo que cura, que dá a oportunidade de reconectar com o que temos de mais precioso: memória afetiva de boas lembranças – pessoas, lugares e comida. E enquanto as malas giravam na esteira do meu desembarque no Rio de Janeiro, pensei nesta connexio, palavra antiguinha que vem do latim, que ganhou novo significado na era digital.
Conexão: substantivo feminino, ligação, coesão, relação, ajuda. Palavra que representa ligação com a minha memória afetiva com eles, e com meu pai. Quando, com a ajuda deles, através deles, recupero as nossas memórias que constroem e resgatam a nossa relação: com Valter conversa, acolhimento, paizão de todos e o tipo físico; a molecagem e a lembrança do Wolgo (para mim o menino-Wolgo da minha lembrança), quando me mostrou o último presente do Tio, um caminhão de madeira que ganhou naquela Páscoa distante; Maria e sua generosidade em me cuidar, abraços de barriga, minha jardineira preferida. A nova, proveitosa e divertida conexão com os filhos dos primos, com Cinha, mulher do Wolgo e com Maria, mulher do Valter e, Zé Luiz, marido de Ana.
Com Ana, prima companheira daqueles feriados quando juntas, com os meninos Wolgo e Mazinho, íamos pular no riacho e debulhar milho para as galinhas.
Nesta Páscoa não faltou torta capixaba, piada, o humor, que marcam a nossa essência. Mas Ana, cozinheira de mão cheia, colocou à minha frente uma caixa com o doce que vovó fazia para levarmos. Paralisei. “Esperávamos ansiosos o Tio com as caixas de camisa com os doces da Dona Maria. Era o melhor da Páscoa”, me disse Ana. Lhe apertei nos braços e chorei. E eles eram o melhor da minha Páscoa.
Desembarquei com a saudade breve dos daqui, do Rio de Janeiro, do sítio em Pedro do Rio, precisava abraçá-los. Peguei minha mala cor de abóbora com o coração aquecido de amor e cuidados, com o desejo de manter a connexio com os que amo, sempre

Na foto, o CW morse telégrafo do meu pai, um homem da terra que me ensinou a manter a conexão. 

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Release Trilha DO FILME Minha Fama de Mau

Foi uma honra ser convidada pela equipe de imprensa da Universal Music para escrever o release da Trilha Sonora do longa-metragem Minha Fama de Mau, lançada pela gravadora que um dia fiz parte da equipe de gerentes, onde atuei no marketing e na produção dos DVDs da cia.
E com vocês o meu release da trilha do longa-metragem sobre o nosso tremendão Erasmo Carlos. A-do-r-e-i!

Universal Music Brasil orgulhosamente apresenta a trilha sonora do filme “Minha Fama de Mau”
Mergulho emocionante na música de Erasmo Carlos chega às plataformas digitais no dia 11 de fevereiro de 2019

Eu digo não, digo não,
Digo não, não, não …
Perder uma namorada é uma coisa normal,
Mas é que eu tenho que manter a minha fama de mau!
Tenho que manter a minha fama de mau!
Tenho que manter a minha fama de mau!

Erasmo Esteves conquistou sucesso e ganhou o mundo com os versos da canção que embalou gerações. A música “Minha Fama de Mau”, da dupla Roberto & Erasmo, é de 1964, quando o cantor tinha em Elvis Presley seu maior ídolo. Influenciados pela nova música americana, Erasmo e seus amigos criaram uma sonoridade original para um novo movimento musical, que passou a ser reconhecido pelo nome de Jovem Guarda.
A trilha sonora “Minha Fama de Mau” é um mergulho emocionante na música do “Tremendão” Erasmo Carlos, que a Universal Music tem a honra de lançar, no dia 11 de fevereiro (de 2019), quando chega às plataformas digitais o álbum da trilha sonora do filme de Lui Farias. O longa-metragem “Minha Fama de Mau”, a cinebiografia sobre o cantor e compositor Erasmo Carlos, chega aos cinemas de todo o país no dia 14 de fevereiro de 2019.

 “Queria que as pessoas que assistirem ao filme sentissem a pressão sonora para complementar as alegrias e aventuras que estão rolando na tela. A Jovem Guarda é foda!”, declara Erasmo Carlos

Sob a direção artística do aclamado Max Pierre, a trilha sonora original conta com 17 faixas, sendo nove canções na voz do ator e cantor Chay Suede, que interpreta Erasmo Carlos no longa-metragem, seis músicas interpretadas pelo ator Gabriel Leone (Roberto Carlos) e três canções por Malu Rodrigues (Wanderléa). No filme, os atores são acompanhados pela atual banda de Erasmo Carlos, formada pelo maestro José Lourenço (arranjos, órgão Hammond, pianos, harmônica e flauta), Rike Frainer (bateria), Billy Brandão (guitarras, violão e cítara), Pedro Dias (baixo e vocais), Luiz Lopez (violão, voz guia e vocais) e Dirceu Leite (saxes e flautas).

Uma honra produzir a trilha musical do filme sobre a Jovem Guarda e a vida de Erasmo Carlos, um dos compositores mais importantes da música popular brasileira”, disse o produtor Max Pierre.

Interpretada por Chay Suede, a música de trabalho “Minha Fama de Mau” (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) abre a trilha sonora do filme. A versão original foi lançada por Erasmo em 1964, em compacto simples. Na sequência, Chay interpreta o hit “Festa de Arromba” (Roberto Carlos/Erasmo Carlos), outro sucesso na voz de Erasmo, lançado em compacto simples no ano seguinte. Gabriel Leone empresta a sua voz para uma das emblemáticas canções da dupla, “Parei na Contra Mão”, música que inaugura a parceria Erasmo & Roberto e foi lançada originalmente por Roberto Carlos em 1963, no 78 rotações “Splish Splash/Parei na Contramão”.
Chay Suede volta na faixa 4, “Eu Sou Terrível” (Roberto Carlos/Erasmo Carlos), tema do clássico musical “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, filme de Roberto Farias, lançado em 1967 – a trilha sonora do longa-metragem foi lançada na mesma época, com o mesmo sucesso do filme. Chay segue emprestando sua voz para “Lobo Mau” (The Wanderer), canção de Ernest Marasco em versão de Hamilton di Giorgio.

“A gente não tinha tanto material da época, muita coisa foi perdida ao longo do tempo. E isso acabou nos dando muita liberdade para retratar o universo daquela época e ir atrás das referências deles, o surgimento do rock no Brasil. O fato de a gente cantar foi abrindo certas portinhas para encontrarmos os personagens.”, afirma Chay Suede

Outro grande clássico da dupla Roberto & Erasmo é revisitado por Gabriel Leone. O rockabilly  “É Proibido Fumar”, originalmente lançado em compacto em agosto de 1964, é considerada uma das canções mais representativas do período. Posteriormente, a faixa foi regravada por diversos artistas, como Raul Seixas, A Bolha, Rita Lee, O Terço, Skank e o próprio Erasmo Carlos, coautor da letra. A música ainda ganhou uma versão em língua espanhola, “Es Prohibido Fumar”, que foi lançada no álbum “Canta A La Juventud”, de 1965. Em 2001, Roberto Carlos também fez uma nova versão da canção para o seu álbum “Acústico”.
A bela e talentosa atriz Malu Rodrigues também apresenta a sua voz em “Prova de Fogo”, clássico de Erasmo Carlos eternizado na voz da “Ternurinha” Wanderléa. Ocupando a oitava faixa, Chay Suede interpreta a balada “Sentado à Beira do Caminho”, também fruto da parceria com Roberto Carlos, gravada originalmente no álbum “Erasmo Carlos e os Tremendões”, de 1970. Chay segue em ritmo de brasa com “Vem Quente Que Estou Fervendo” (Carlos Imperial/Eduardo Araújo), registrada originalmente por Erasmo no compacto simples de 1967. De uma safra menos conhecida, Gabriel Leone agora apresenta “Susie”, um rockabilly de Roberto Carlos, gravada em LP de 1962. Na letra, o Rei revela as aventuras que fez para tentar conquistar um “broto”.
Malu Rodrigues interpreta ainda “Meu Anjo da Guarda” (Rossini Pinto/Fernando Costa), canção gravada originalmente no disco de 78 rotações que marcou a estreia de Wanderléa, lançado em 1962. A balada “Gatinha Manhosa”, outro clássico da dupla Roberto & Erasmo, também não ficou de fora, e agora ganha a interpretação de Chay Suede. Uma curiosidade: a faixa foi gravada primeiramente no álbum do Renato e Seus Blue Caps (Viva A Juventude, de 1965).
Gabriel Leone encarou o desafio de interpretar “O Calhambeque” (Road Hog), versão de Erasmo Carlos para a música de Gwen Loudermilk & John Loudermilk. Malu e Chay ainda fazem um emocionante dueto na canção “Devolva-me” (Renato Barros / Lilian Knapp), balada que na década de 60 ganhou interpretação de Erasmo e Wanderléa, da dupla Leno e Lilian (em 1962) e hit na voz de Adriana Calcanhoto, que a reapresentou para a geração dos anos 2000.
Também de outra lavra, “P’rá Sempre (Forever)”, canção de De Angelis & Marcucci, em versão de Paulo Murillo, que foi originalmente registrada por Erasmo em 1960, ao lado do grupo “The Snakes”, agora ganha os timbres de Chay Suede.
Fechando oficialmente o álbum, o hit “Amigo”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, interpretado por Gabriel Leone. A canção representa para os milhões de fãs da dupla de compositores a força da amizade entre eles.
Gabriel Leone também interpreta a faixa-bônus “João e Maria”, um dos primeiros registros de Roberto Carlos (música em parceria com Carlos Imperial), lançado primeiramente em 1959, em formato de compacto simples, e depois integrou o repertório do primeiro álbum do Rei, “Louco Por Você”, lançado em 1961.
Minha Fama de Mau” é trilha que busca um recorte da juventude daquele rapaz que queria ser como Elvis Presley, que usava jaqueta de couro, colares e tinha muita atitude. Hoje, cinco décadas depois, ele é o compositor de mais de 650 canções e tem o amor como sua maior expressão. Da fama de mau dos versos da sua música ficou o sucesso, o reconhecimento e um apelido carinhoso daqueles que cercam Erasmo Carlos: Gigante Gentil.

Tracklist “Minha Fama de Mau”:
Músicas, cantores, autores e editores
Minha Fama de Mau com CHAY SUEDE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. Irmãos Vitale)
Festa de Arromba com CHAY SUEDE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. EMI)
Parei na Contra Mão com GABRIEL LEONE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. Irmãos Vitale)
Eu Sou Terrível com CHAY SUEDE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. Cap Music)
Lobo Mau (The Wanderer) com CHAY SUEDE
(Ernest Marasco – Versão Hamilton di Giorgio – ed. Warner Chappell
É Proibido Fumar com GABRIEL LEONE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlo – ed. EMI)
Prova de Fogo com MALU RODRIGUES
(Erasmo Carlos – ed. Fermata)
Sentado à Beira do Caminho com CHAY SUEDE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. Fermata)
Vem Quente Que Estou Fervendo com CHAY SUEDE
(Carlos Imperial & Eduardo Araújo – ed. Fermata)
Susie com GABRIEL LEONE
(Roberto Carlos – ed. Amigos / Sony Music)
Meu Anjo da Guarda com MALU RODRIGUES
(Rossini Pinto & Fernando Costa – EMI Publishing)
Gatinha Manhosa com CHAY SUEDE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – ed. EMI)
O Calhambeque (Road Hog) com GABRIEL LEONE
(Gwen Loudermilk & John Loudermilk – Versão Erasmo Carlos – ed. Sony Music)
Devolva-me com MALU RODRIGUES & CHAY SUEDE
(Renato Barros & Lilian Knapp – EMI Publishing)
P’rá Sempre (Forever) com CHAY SUEDE
(De Angelis & Marcucci – Versão Paulo Murillo – ed. Universal Publishing)
Amigo com GABRIEL LEONE
(Roberto Carlos & Erasmo Carlos – Ed. Amigos Sony ATV e ECRA Sony ATV)
Faixa-bônus:
João e Maria
com GABRIEL LEONE
(Roberto Carlos & Carlos Imperial – ed. Amigos /Sony Music e Templo / EMI Publishing)
Ficha Técnica – Trilha Sonora:
Trilha musical MINHA FAMA DE MAU
“Um filme de Lui Farias”
Uma produção
Universal Music, Indiana Produções Cinematográficas e Coqueiro Verde Records
Dirigida por Max Pierre
Seleção de Repertório: Lui Farias
Cantores atores
Chay Suede (Erasmo Carlos)
Gabriel Leone (Roberto Carlos)
Malu Rodrigues (Wanderléa)
Arranjos, órgão Hammond, pianos, harmônica e flauta: José Lourenço
Bateria: Rike Frainer
Guitarras, violão e cítara: Billy Brandão
Baixo e vocais: Pedro Dias
Violão, voz guia e vocais: Luiz Lopez
Saxes e flautas: Dirceu Leite
Gravação, edição digital e mixagem: Marcelo Saboia
Assistente executiva: Eva Straus
Arregimentador: Genilson Barbosa
Gravado no Cia. dos Técnicos em outubro/novembro 2015
Mixado no Escritório do Saboia
Masterizado na Visom Digital por Ricardo Dias

Sobre a Universal Music:
A Universal Music Group é a empresa líder mundial no mercado de música, com forte posicionamento nos negócios de gravação, edição musical e merchandising, com selos próprios ou licenciados em 60 territórios. O Grupo Universal Music (UMG) possui o mais extenso catálogo da indústria fonográfica, incluindo os mais populares artistas e suas gravações realizadas nos últimos 100 anos. Fazem parte da Universal Music Group a Universal Music Publishing, líder em edição musical, a Bravado, empresa de merchandising de produtos originais dos artistas, e a GTS, divisão global de agenciamento artístico e produção de eventos. A Universal Music Group é uma unidade da Vivendi, companhia mundial de mídia e comunicações.

http://www.universalmusic.com.br
Universal Music Brasil :: Departamento de Imprensa e Comunicação / PR
Luciana Bastos: (21) 2108-7657 / 99802-6248 – luciana.bastos@umusic.com
Susana Ribeiro – (21) 2540-5865/ 99323-5893 – susana.ribeiro@ciranda.inf.br
Luana Ribeiro – (21) 99347-9096 – luana.ribeiro.universal@gmail.com

Dora Freind é garota do seu tempo!

Aos 16 anos ela ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Veneza. Aos 20 anos Dora Freind é destaque na TV (em Malhação Vidas Brasileiras) e me ensina autoestima. Eita garota porreta que me confiou a sua assessoria de imprensa. Vale conferir o trabalho e ler o artigo que a atriz fez para o site da jornalista Márcia Peltier, que pode ser encontrado no link (https://www.marciapeltier.com.br/meu-corpo-e-unico-e-e-meu-diz-a-atriz-dora-freind-de-malhacao-na-luta-contra-a-padronizacao-da-beleza-feminina/) ou no drive-clipping com as matérias publicadas sobre a atriz.

Foto Pedro Garrido.

Clipping: https://drive.google.com/open?id=18agMtb5opab03F5QXAaDRUumfak49UTI

Escritório da atriz: http://www.agentesefala.com.br

Alfredo Lima MÚSICO ARRANJADOR E PROFESSOR

Músico, arranjador, compositor e professor, o guitarista e violonista carioca Alfredo Lima possui uma longa carreira dedicada a música instrumental – nacional e internacional -, que conta com grande influência do jazz, do samba, do blues, do samba funk, do rock e da bossa nova.

Ao longo da sua carreira, parte dela se apresentando em palcos de paises como Reino Unido, França, Portugal e Espanha, se didicou a pesquisa de gêneros musicais, o que ampliou suas experimentações, levando o trabalho do artista a uma elegante e vigorosa fusão destes gêneros, com resultado para um trabalho multifacetado. Como arranjador e produtor musical, trabalhou para TV, cinema e teatro, quando criou trilhas sonoras para publicidada, programas, longa-metragem e espetáculos teatrais.

Bebeu na fonte de mestres como Cesar Camargo Mariano, Tom jobim, Lincoln Olivetti, a banda Banda Black Rio, bem como os americanos, Quincy Jones (maestro e arranjador), Herbie Hancock (pianista e tecladista) e George Benson (guitarrista).

Sua experiiencia musical ao longo de mais de quatro décadas de carreira, podemos destacar trabalhos como arranjador e músico de artistas nacionais, como: Zé Ramalho, Marina Lima, Angela Rô Rô, Eduardo Araújo, Eduardo Dussek, Silvinha, Marcio Aguinaga, Ricardo Duna, Amelie Lourent, Watusi, Liano, Amelinha, Leila Maria, Wil Botelho, Simone e Barrosinho. Além de nomes da música internacional, como John Lewis do Modern Jazz Quartet (EUA), Max Suñe (Catalão), Toni Pinho (Portugal) e Miguel Braga (Portugal).

A lado de cantora Angela Rô Rô e o baixista Bida Nascimento, formou a Banda Abacate Flutuante, com grande visibilidade no cenário musical brasileiro. Com Bida Nascimento e o saxofonista Marquinhos Esteves, o guitarrista fundou a banda de música instrumental Arroio, que teve CD, “O Reencontro”, lançado em todo território nacional.

Alfredo Lima  levou, com a banda Cana Caiana, a mistura de ritmos que é a essência musical do seu trabalho pelos palcos europeus. A turnê, que se extendeu por mais de doze meses em casas de show e festivais de jazz, passou por países como: Reino Unido, Portugal, França e Espanha

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