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Maio de 68 – 50 Anos Depois | Assessoria de Imprensa

E quanta história temos para contar, quantas lágrimas e muitas canções inesquecíveis, para falar de Maio de 68  – 50 Anos Depois, título da grande homenagem que o Consulado da França realiza neste mês de maio, para relembrar o ano que foi um marco na história do Brasil e da França – com concerto, mesa de debates, exposição e mostra de filmes.
Com roteiro da querida Luciana Medeiros, no dia 4 de maio, 6af, na Sala Cecilia Meireles, às 20 horas, acontece o concerto Maio de 68 – 50 Anos Depois, 
A noite conta com a Orquestra Sinfônica Cesgranrio, Soraya Ravenle e as participações especialíssimas das cantoras Cynara e Cyva (do Quarteto em Cy), como intérpretes de Saiá, música de Chico Buarque e Tom Jobim, que ganhou o Festival da Canção daquele ano (defendida pelas irmãs  Cynara e Cybele). No roteiro, Soraya Ravenle interpreta algumas das canções mais importantes da música popular brasileira, como: Andança, de Paulinho Tapajós, Edmundo Souto e Danilo Caymmi, na época, defendida por Beth Carvalho e os Golden Boys;Para não dizer que não falei de flores”, mais conhecida como “Caminhando”, de Geraldo Vandré; “Alegria, alegria”, de Caetano Veloso; “Saveiros”, de Dorival Caymmi e Nelson Motta;  “Domingo no Parque”, de Gilberto Gil.
Tudo sob a regência e a direção musical do maestro Eder Paolozzi.
Tenho certeza que será uma noite inesquecível.

Clipping assessoria de imprensa do projeto:
https://drive.google.com/open?id=1o2fl761Y0K3baKrHY8Vq5bJAWVUewRml

Maestro Eder Paolozzi | Música em Santa Teresa |com OSC e Edu Krieger | Arranjos de Marcelo Caldi

Preciso contar para vocês que o Concerto da Independência foi uma alegria para todas as pessoas que subiram até Santa Teresa nesta quinta-feira, 7 de setembro. O Parque das Ruinas ficou lotado e duas meninas evoluiram à frente da Orquestra Sinfônica Cesgranrio e de Edu Krieger, como todos nós gostaríamos de ter feito. Um lindo fundo de palco era o comentário geral do concerto-show que contou com arranjos originais de Marcelo Caldi,  para as canções de Villa-Lobos, Chiquinha, Tom Jobim, Alceu Valença e Gonzagão – nossa música popular brasileira que é a nossa música clássica. Foi emocionante ver o Parque com gente até a torre. Vi minha amiga-amada Anna Accioly e seus amigos de ST se emocionarem como crianças felizes, com a música e com o bairro lotado de pessoas “de fora”. Digo e repito que é imenso o meu orgulho desse povo competente, por estar em comunhão com o meu querido maestro Eder Paolozzi e a sua OSC. Isso é independência, isso me alimenta.

Clipping: https://drive.google.com/drive/folders/0Byou4MpvKtcTeEVVYTdPTFdmbUU

 

 

Maestro Eder Paolozzi | OSC em “Concerto para os povos indígenas” |Sala Cecíclia Meireles

Ontem foi lindo e eu não poderia deixar de falar aqui que #somostodosindios. Anuiá foi ele mesmo e músico brasileiro, tocou a flauta que construiu e explicou que ela é usada em grandes celebrações. Depois, pintou a Sofia e se apresentaram juntos, divinamente. E isso foi só um pouco desse lindo “Concerto para os Povos Indígenas”, na Sala Cecília Meireles lotada. Bravo, Eder Paolozzi, Priscila Melo e todos os 52 músicos da OSC.

RJ, 20 Agosto, 2017

Foto sem foco dos flautistas dançando e tocando: Silvana Cardoso
Clipping: https://drive.google.com/open?id=0Byou4MpvKtcTeEVVYTdPTFdmbUU