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Maestro Eder Paolozzi | Música em Santa Teresa |com OSC e Edu Krieger | Arranjos de Marcelo Caldi

Preciso contar para vocês que o Concerto da Independência foi uma alegria para todas as pessoas que subiram até Santa Teresa nesta quinta-feira, 7 de setembro. O Parque das Ruinas ficou lotado e duas meninas evoluiram à frente da Orquestra Sinfônica Cesgranrio e de Edu Krieger, como todos nós gostaríamos de ter feito. Um lindo fundo de palco era o comentário geral do concerto-show que contou com arranjos originais de Marcelo Caldi,  para as canções de Villa-Lobos, Chiquinha, Tom Jobim, Alceu Valença e Gonzagão – nossa música popular brasileira que é a nossa música clássica. Foi emocionante ver o Parque com gente até a torre. Vi minha amiga-amada Anna Accioly e seus amigos de ST se emocionarem como crianças felizes, com a música e com o bairro lotado de pessoas “de fora”. Digo e repito que é imenso o meu orgulho desse povo competente, por estar em comunhão com o meu querido maestro Eder Paolozzi e a sua OSC. Isso é independência, isso me alimenta.

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Maestro Eder Paolozzi | OSC em “Concerto para os povos indígenas” |Sala Cecíclia Meireles

Ontem foi lindo e eu não poderia deixar de falar aqui que #somostodosindios. Anuiá foi ele mesmo e músico brasileiro, tocou a flauta que construiu e explicou que ela é usada em grandes celebrações. Depois, pintou a Sofia e se apresentaram juntos, divinamente. E isso foi só um pouco desse lindo “Concerto para os Povos Indígenas”, na Sala Cecília Meireles lotada. Bravo, Eder Paolozzi, Priscila Melo e todos os 52 músicos da OSC.

RJ, 20 Agosto, 2017

Foto sem foco dos flautistas dançando e tocando: Silvana Cardoso
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Maestro Eder Paolozzi | OSC – Orquestra Sinfônica Cesgranrio

Adoro música, adoro orquestras, adoro participar dos projetos e vivenciar os ensaios com aqueles apitos e notas distintas do aquecimento dos músicos. Quando sobem ao palco, sons perfeitos para os nossos ouvidos, não tão raros como dos maestros. E foi a partir do meu trabalho para o Instituto Tom Jobim que estreitei com Eder Paolozzi, o jovem e talentoso regente, e diretor artístico, da OSC.
Agora estou com meus dias mais Villa-Lobos, mais Anuiá Amaru, mais Tom Jobim, mais Geraldo Azevedo, mais de Chiquinha a Chico, e tantos outros nossos artistas interpretados pela OSC com maestria. E lá vou eu me emocionar e tentar reconhecer pelo nome um a um dos 52 músicos da jovem OSC. Prometo que vou tentar.

Foto: André Pinnola
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