Arquivo da tag: Música

Maestro Eder Paolozzi | Música em Santa Teresa |com OSC e Edu Krieger | Arranjos de Marcelo Caldi

Preciso contar para vocês que o Concerto da Independência foi uma alegria para todas as pessoas que subiram até Santa Teresa nesta quinta-feira, 7 de setembro. O Parque das Ruinas ficou lotado e duas meninas evoluiram à frente da Orquestra Sinfônica Cesgranrio e de Edu Krieger, como todos nós gostaríamos de ter feito. Um lindo fundo de palco era o comentário geral do concerto-show que contou com arranjos originais de Marcelo Caldi,  para as canções de Villa-Lobos, Chiquinha, Tom Jobim, Alceu Valença e Gonzagão – nossa música popular brasileira que é a nossa música clássica. Foi emocionante ver o Parque com gente até a torre. Vi minha amiga-amada Anna Accioly e seus amigos de ST se emocionarem como crianças felizes, com a música e com o bairro lotado de pessoas “de fora”. Digo e repito que é imenso o meu orgulho desse povo competente, por estar em comunhão com o meu querido maestro Eder Paolozzi e a sua OSC. Isso é independência, isso me alimenta.

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Detonautas | VI

Detonautas Roque Clube é o nome da banda que está completando 20 anos de carreira com o álbum de inéditas VI, previsto para outubro. O primeiro single é Nossos Segredos, com essa beleza de capa – leve.
Vai lá ouvir no Spotify: http://bit.ly/SpotifyDRC.

Projeto em parceria com Ana Paula Romeiro
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Maestro Eder Paolozzi | OSC em “Concerto para os povos indígenas” |Sala Cecíclia Meireles

Ontem foi lindo e eu não poderia deixar de falar aqui que #somostodosindios. Anuiá foi ele mesmo e músico brasileiro, tocou a flauta que construiu e explicou que ela é usada em grandes celebrações. Depois, pintou a Sofia e se apresentaram juntos, divinamente. E isso foi só um pouco desse lindo “Concerto para os Povos Indígenas”, na Sala Cecília Meireles lotada. Bravo, Eder Paolozzi, Priscila Melo e todos os 52 músicos da OSC.

RJ, 20 Agosto, 2017

Foto sem foco dos flautistas dançando e tocando: Silvana Cardoso
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Maestro Eder Paolozzi | OSC – Orquestra Sinfônica Cesgranrio

Adoro música, adoro orquestras, adoro participar dos projetos e vivenciar os ensaios com aqueles apitos e notas distintas do aquecimento dos músicos. Quando sobem ao palco, sons perfeitos para os nossos ouvidos, não tão raros como dos maestros. E foi a partir do meu trabalho para o Instituto Tom Jobim que estreitei com Eder Paolozzi, o jovem e talentoso regente, e diretor artístico, da OSC.
Agora estou com meus dias mais Villa-Lobos, mais Anuiá Amaru, mais Tom Jobim, mais Geraldo Azevedo, mais de Chiquinha a Chico, e tantos outros nossos artistas interpretados pela OSC com maestria. E lá vou eu me emocionar e tentar reconhecer pelo nome um a um dos 52 músicos da jovem OSC. Prometo que vou tentar.

Foto: André Pinnola
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Julieta Venegas | Parte Mía Tour 2017

Nos idos de maio de 1996 recebi a ligação de uma moça que dizia ser indicada para trabalhar comigo. Dias depois conheci Ana Paula Romeiro e, iniciamos, no dia 1 de junho daquele ano, com a criação do Depto de Imprensa do Metropolitan, o que considero o começo do que foi o início do resto de nossas vidas em parceria: como profissionais com reconhecimento; pela resistência de trabalharmos até 16 horas por dia; por uma amizade que rende até hoje. Um ano após ela se foi para a BMG, mas estivemos juntas nestes 21 anos – em casamentos, separações, filhos, cães, gatos e um reencontro na mesma equipe em 2010, que durou por quase cinco anos, com o projeto Kid Abelha 30 Anos.

E onde entra a Julieta Venegas? Pois bem, após um bom período sem trabalharmos juntas Ana me convidou para fazermos o show da mexicana no Vivo Rio, no dia 21 de julho. Além de me deixar muito feliz por retornarmos com a parceria, vou gastar meu espanhol com a equipe da multi-instrumentista. Me encanta!

 

Projeto em parceria com Ana Paula Romeiro

Foto: Josefina Urondo

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Hoje é Dia de Rock! | Exposição Nirvana

Começa assim: Silvana que conhece Maria Inês que conhece Luiz Carlos, que conhece Silvana, que é pai da Marcella. E assim, os caminhos que me ligam aos meus projetos são lindos e, por vezes, surpreendentes.

Estava fazendo o Bourbon Festival Paraty na cidade histórica com a minha amiga e parceira Maria Inês. Era 9 de junho. Percebi que Maria estava agitada por conta de uma exposição que estava para estrear no Rio de Janeiro. Conversa vai, conversa vem, descobri que a mostra em questão era nada menos que Nirvana: Taking Punk to the Masses.

Uma ajuda aqui, outra ali, a menos de dez dias da abertura e foi assim, uns dias antes da grande coletiva no dia 22 de junho, no Museu Histórico Nacional, com a presença do curador Jacob McMurray, que entrei no projeto para dar o suporte oficial no Rio – para a convocação dos jornalistas de música e entretenimento do Rio, além dos veículos de cobertura. Foi assim que dias depois o Luiz Carlos, da Primeira Página, me convocou outra vez para dar suporte ao belo show do projeto Samsung E-Festival Instrumental, no dia 2 de julho no Circo Voador. Tudo assim, bem no susto. E foi a partir disso tudo que num almoço de trabalho descobrimos que Luiz Carlos é pai de Marcella Franco, minha amada e querida amiga, que há uma década trabalhou comigo e nunca mais nos perdemos. Coisas de gente que trabalha com gente-fina-elegante-sincera.

Clipping: Nirvana Taking Punk to the Masseshttps://drive.google.com/open?id=0Byou4MpvKtcTVDZIOWF3WWkzMVU

Clipping Samsung E-Festival Instrumentalhttps://drive.google.com/open?id=0Byou4MpvKtcTU1ZyUk81Y2tuUEU

Bourbon Festival Paraty 9ª Edição | Junho 2017

Passo por aqui para dizer que vamos realizar a 9ª edição do Bourbon Festival Paraty, que começa amanhã, sexta-feira, dia 9 de junho. Até domingo (11/06), muita música pelas ruas e na praça da Matriz, na charmosa cidade histórica de Paraty. E lá vamos nós dormir pouco, trabalhar bastante e voltar na segunda-feira com a certeza de que fizemos um lindo Festival. Muita honra por fazer parte dessa gente doida que atende pelo nome de Bourbon Street. Já que manter a cultura viva é o nosso maior ato de resistência.

 

Foto: Silvana Cardoso | Centro Histórico Paraty, RJ, 2016

Clipping: https://drive.google.com/open?id=0Byou4MpvKtcTY1JjU24wV2dvdjg

 

A Programação:
::: PALCO MATRIZ :::
Sexta-feira, 09/06
21h: Wallace Roney Quintet (USA)
22h30: Marcinho Eiras “One Man band”
24h: DJ Crizz (Brasil)
Sábado, 10/06
21h: Léo Gandelman
22h30: Joe Louis Walker (USA)
24h: André Frateschi & Miranda Kassin
1h: DJ Crizz (Brasil)
Domingo, 11/06
21h: Hammond Grooves
22h30: Grégoire Maret (SUIÇA) com Thiago Espírito Santo Trio
00h: “3×1” com Mestrinho, Pipoquinha e Alex Buck
1h: DJ Crizz (Brasil)
::: BUSKER Rosário
Sexta-feira 09/06 | 18h: Bárbara Silva
Sábado 10/06 | 15h: Bárbara Silva | 17h: Vasco Faé
Domingo 11/06 | 15h: Jefferson Gonçalves & Kléber Dias | 17h: Bárbara SIlva
::: BUSKER Sta Rita
Sábado 10/06 | 15h: Vasco Faé | 18h: Jefferson Gonçalves & Kléber Dias
Domingo 11/06 | 15h: Bárbara Silva | 18h: Vasco Faé
::: BUSKER Quadra Matriz
Sábado 10/06 | 16h: Jefferson Gonçalves & Kléber Dias | 18h: Bárbara Silva
Domingo 11/06 | 16h: Vasco Faé | 18h: Jefferson Gonçalves & Kléber Dias
::: ORLEANS STREET BAND: todos os dias pelas ruas do Centro Histórico

Família Bourbon e um jovem festival em Ilhabela | Artigo no R7

Pense no que você faria se após uma viagem resolvesse trazer a cidade visitada para o seu pais. Pois é, uma família brasileira não só pensou mas resolveu trazer, de verdade, New Orleans para São Paulo. E assim, portando cartas de apoio das autoridades oficiais locais e após quatro anos de obras, há exatos 23 anos, nascia o Bourbon Street Club no bairro de Moema, casa de shows e restaurante com a cozinha típica da cidade americana e que foi inaugurada por ninguém menos que BB King.

Essa história me chegou aos ouvidos em 1996, quando conheci Edgard Radesca, o viajante do sonho, que trazia para o show da lenda BB King para o Metropolitan, que na época era a maior casa de espetáculos da América Latina – e que tinha uma equipe que era uma outra família, animada e divertida, mas essa é uma outra história. Voltando ao BB King, como eu fazia a comunicação da casa, segurei a responsabilidade de divulgar o show no Rio de Janeiro. A partir daí, minha parceria profissional e amizade com o Radesca me fizeram entrar na família Bourbon.

A família mais jazzística do país é ligada no 220 e queria que aquela beleza de música, surgida a partir do blues no início do século XX pelos trabalhadores negros norte-americanos, chegasse para todos gratuitamente. Assim, há 13 anos nasceu o primeiro Bourbon Street Festival, por onde já passaram nomes de peso do jazz mundial para shows gratuitos em São Paulo e em diversos outros festivais realizados em cidades como Paraty e Ilhabela.

Mês passado, no Bourbon Festival Paraty, enquanto eu e minha amiga-parceira Maria Inês, assessora da casa em São Paulo, corríamos de um lado para o outro se equilibrando nas ruas pé de moleque da cidade histórica, pensava o quanto de trabalho e alegria cabe nos festivais organizados pelo Bourbon. O quanto de raça, coragem e disposição se faz um festival de música, completamente gratuito, com atrações nacionais e internacionais espalhadas por suas ruas e praças, como na oitava edição do festival em Paraty e na segunda edição de Ilhabela.

Por muitas vezes queremos arrancar os cabelos pela necessidade de ter mais umas vinte pessoas trabalhando, mas tudo se resolve com a fórmula que impera nos trabalhos da equipe: sorriso, boa vontade e um “você pode esperar um pouquinho?”. Principalmente para a assessoria, que pede de tudo, desde a distância que o artista está para chegar a tempo da entrevista, até mesmo ter coragem de solicitar que o Radesca fale para a TV, em link ao vivo, na hora exata da cerimônia de abertura do festival.

Sei que não será diferente no festival Bourbon Folk e Blues Ilhabela, que chega à sua segunda edição neste final de semana, de 24 a 26 de junho. Sei também que o corre-corre será grande; que não vai faltar um cachorro de rua como mascote atrás do palco, misturado conosco e com os artistas; que vai ser difícil acompanhar o Herbert na função de MC, voando para anunciar atrações de um palco para o outro; que o Beto será visto de relâmpago em vários lugares ao mesmo tempo; que os rapazes da montagem e os roadies serão sempre esperados para as comemorações do final de cada noite; que a barriga da Amanda estará maior e que o bebê Felipe chegará em breve; que Inez sempre dará um jeito de resolver o nosso pedido de última hora; que Mafê estará de prancheta na mão esperando o momento que vamos liberar o artista que acabou o show; que devemos sair da frente do Pedro Garrido correndo no meio da rua entre um show e outro; que Regina estará alerta, positivo e operante na função de alimentar todos e distribuir as tão aguardadas camisetas; que Otto vai nos dar aquele suporte para os assuntos tecnológicos; que Murilo – o homem de confiança da grife Bourbon – estará recebendo a imprensa, os convidados e todos nós ao mesmo tempo, sem perder a elegância e a gentileza; que Radesca estará fotografando todos os shows, conversando e contando histórias nos intervalos.

Sei bem que no jovem festival de Ilhabela, além das atrações espalhadas pela ilha, terá a nossa Orleans Street Jazz Band juntando gente pelo meio da rua com sua música e alegria, sei que vamos fazer uma vaquinha para a bebida da festa que adentrará pela madrugada no último dia – regada a muita dança, abraços e fotos –, todos embalados ao som do DJ Crizz, que fecha o palco e continua na função de manter o festival vivo dentro de todos nós. E, nessa hora, penso que a vida poderia congelar neste momento de amor a arte.

Silvana Cardoso,
Assessora de imprensa do grupo Bourbon Street no Rio de Janeiro.
RJ, 20 de junho, 2016

Publicado em: http://entretenimento.r7.com/blogs/bia-willcox/familia-bourbon-e-um-jovem-festival-em-ilhabela-20160624/