Arquivo da categoria: Teatro

MULHERES NASCIDAS DE UM NOME: 28 ATRIZES DE 11 PAÍSES! ATÉ TERÇA, DIA 30/3, IMPERDÍVEL!!!

Vinte e oito atrizes de onze países se unem com o propósito de encenar trinta e três  minicontos na montagem Mulheres Nascidas de um Nome, a partir do livro homônimo do argentino Claudio Hochman, que contém cinquenta microcontos em prosa, todos a partir de um nome feminino.
Diretamente do Brasil, Portugal, Espanha, Panamá, Peru, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Costa Rica e Bolívia e isso só é possível agora pela transmissão online e gratuita.
A montagem também apresenta um belo olhar inclusivo, com uma cena exclusivamente em libras, para que as pessoas sintam a exclusão que as pessoas com deficiência auditiva sentem. E atrizes de diversas etnias e um atriz com Sindrome de Down.
Mulheres Nascidas de um Nome tem direção de Claudio Torres Gonzaga, produção da atriz e assistente de direção, Michelle Raja, com apresentacões até 3af, dia 30 de março, sempre às 18 horas, pelo Youtube  – www.youtube.com/michellerajagebara . Imperdível!!!!
Mulheres Nascidas de um Nome foi contemplado pela Lei Aldir Blanc.
Para realizar este trabalho, convidei a minha parceira de Bourbon Festival Paray, Maria Inês Costa, da MAIC Comunicação.

Logomarca do projeto, em destaque no mosaico da foto, é criação da parceira e amiga mais que amada, a designer Patricia Fernandes.

Clipping assessoria de imprensa: https://drive.google.com/drive/folders/1jbeLw9NqTWhPqjxbkTuFLf53L_POT1XD?usp=sharing

ATOR ROBERTO RODRIGUES ESTREIA MONÓLOGO ARTEIRO EM MANIFESTO

Um mês animado de bons projetos de teatro, danca e música, já que a Lei Aldir Blanc movimentou o setor de cultura do nosso país após um ano de isolamento social. E os produtores estão produzindo e atores estão atuando e criadores estão criando, como meu amigo produtor Fernando Alax, que me convidou para fazer a assessoria do monólogo Arteiro em Manifesto. Então, convido vocês para assistir Roberto Rodrigues dando vida a Mestre Palito, para reciclar as ideias e ampliar a criatividade como ferramenta necessária para a transformação social, abrindo espaço para reflexões atravez do riso e do absurdo.
Mestre Palito é excêntrico, bufão andarilho e irônico, um reciclador de ideias e objetos, que mesmo ácido e absurdo, consegue o riso e o afeto. E, por não estar na praça, pede licença para entrar nas casas da plateia virtual a partir de HOJE— por duas semanas, até 28 de março, de 6af a domingo, em sessões às 18 horas e às 20 horas, pelo Sympla. Online e gratuito. Passa lá!!

Clipping das matérias publicadas: https://drive.google.com/drive/folders/15dyxxiIYaKz8CgYCz_DddonR4uHt5UNY?usp=sharing

Foto de Leo Bandeira


DANÇA E RESÍDUOS PLÁSTICOS É OBJETOS EM REDE, DA COREÓGRAFA GISELDA FERNANDES

Quando Cacau Gondomar me convida para fazer uma estreia com ela, eu já sei que é arte que produz uma voz, uma crítica, que nos faz pensar o entorno e o mundo. Como “Objetos em Redes”, da bailarina Giselda Fernandes, que há 20 anos trabalha com a conscientização para as questões ambientais a partir dos resíduos plásticos. Estreia AMANHÃ, 5af, dia 18/3, com transmissão direto do FB do Centro Coreográfico do Rio, na Tijuca – www.facebook.com/centrocoreografico
O projeto foi desenhado no início da pandemia. O “lixo” recolhido por eles vai compor o cenário-instalação da peça, composto pelo artista plástico Hilton Berredo.

Gisela fundou a Dois Companhia de Dança, em 1992, que trabalha a partir do conceito “objeto-partner”, em que usa objetos cotidianos como parceiros de criação. Desde 2002, ela trabalha com a colaboração do artista plástico Hilton Berredo, que também é seu companheiro de vida (marido).

Clipping matérias publicadas: https://drive.google.com/drive/folders/1V8b27xFNeD63R_NYF9Gvusk34O8in5Uv

CIA DE DANÇA ATELIÊ DO GESTO: UMA CONEXÃO RIO-GOIÁS-RIO

Sair do Rio de Janeiro para Goiânia e retornar com  dois espetáculos. Assim chega ao Mezanino do Sesc Copacabanada a companhia Ateliê do Gesto, dos coreógrafos e bailarinos João Paulo Gross e Daniel Calvet – cariocas que se conheceram por lá e criaram a cia de dança. As estreias acontecem a partir desta 5af, com Dança Boba, de 16 a 19/1. E Cru, de 23 a 26/1. Sempre às 20 horas. 
Com reconhecimento internacional, a cia Ateliê do Gesto foi criada há cinco anos por João Paulo e Daniel, artistas com carreiras consolidadas e passagens por importantes cias de dança no Brasil. Sediado em Goiânia, o grupo, de produção cênica, busca por novas percepções e diálogos com outras linguagens artísticas no corpo em movimento. Também buscam, através de identificações estéticas, pesquisar o corpo, tendo como ponto de partida o movimento e sua construção dramatúrgica na cena.
São apenas oito dias para conhecer e se encantar com a cia Ateliê do Gesto, com Dança Boba e Cru.
Foto do espetáculo Dança Boba de Lu Barcelos.
Clipping assessoria de imprensa: https://drive.google.com/open?id=1OSbeoFGvZdcpHe8Ibox5oV37I-WldI3C

VILA ENCANTADA DE NATAL 2019

Penso que pode ser maravilhoso conseguir levar a Vila Encantada de Natal para outros estados além do Rio de Janeiro, já que estamos falando de um projeto gratuito, com inclusão social e muito amor envolvido por toda a equipe, num total de 200 pessoas.
Faço parte do projeto desde a sua primeira edição e no dia 11 de dezembro de 2019, chegou ao Rio de Janeiro a terceira edição da Vila Encantada de Natal http://www.vilaencantadadenatal.com.br, o evento itinerante de Natal mais amado do estado.
Apresentado pela Enel e pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a Vila Encantada de Natal vem conquistando mais e mais pessoas de todas as idades. Este ano, o evento passou por dez municípios do estado com uma programação ainda maior, com oficinas de enfeites natalinos e brinquedos sustentáveis, oficinas de canto & coral, espetáculo teatral e cinema.
O evento produz muita magia para tocar os corações dos moradores dos dez municípios que receberão a Vila Encantada de Natal, que chega com uma programação que resgata da tradição natalina os valores humanos mais essenciais, como o amor, a fraternidade, a esperança. O projeto foi apresentado nas cidades de Campos de Goytacases (11/12), Macaé (12/12), Cabo Frio (13/12), Rio Bonito (14/12), Maricá (15/12), Silva Jardim (16/12), São Gonçalo (17/12), Petrópolis (18/12), Resende (20/12) e Duque de Caxias (21/12). A entrada é gratuita.
Programação por município
9h às 12h: *Oficina de Arte da Vila:
Sala 1 – Enfeites Natalinos e Brinquedos Sustentáveis; Sala 2 – Canto & Coral.
14h às 17h: *Oficina de Arte da Vila:
Sala 1 – Enfeites Natalinos e Brinquedos Sustentáveis; Sala 2 – Canto & Coral.
A partir das 17h: Atração: Globo de Neve Gigante
18h: **Cinema de Natal: Olaf em uma nova aventura congelante
19h:
Apresentação Canto Coral
20h: **Espetáculo teatral: Vila Encantada de Natal – A magia que ilumina
21h: Encerramento do Evento
Foto Juliana Chalita
Clipping Assessoria de imprensa: https://drive.google.com/open?id=1NwQMBr_9vomxjwQnaNiEXQ7nWZntXCPd

CASA DE BARRO É DANÇA E RITUAL CÊNICO

Espetáculo de dança que busca a origem do corpo e do ser. Utiliza o plástico e o barro como matérias primas, para falar da metamorfose, da transformação das coisas, das pessoas. Um retorno às perguntas da humanidade, tendo em vista a origem do homem, o futuro e o sentido da existência.
“Casa de Barro” é dança, é ritual cênico, é a metamorfose do corpo, do casulo que se transforma em homem, origem das perguntas e do questionamento: De onde viemos? Para onde vamos? Quem somos?

LINK IMAGENS EM VÍDEO: https://youtu.be/fS1WmNKByFk
Foto Leonardo Miranda, manipulação de imagem Cacau Gondomar.
Assessria para a temporada de 7 a 24 de novembro de 2019.

Clipping assessoriad de imprensa: https://drive.google.com/open?id=1iWOf_MXPQ2FUdPk6dH2gw6Tr2DRwLzO-

O PRÍNCIPE POEIRA E A FLOR DA COR DO CORAÇão

Hoje foi a última sessão do espetáculo O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração, que fiz a divulgação durante a temporada no Oi Futuro, no Rio de Janeiro. Espetáculo infantojuvenil que aborda temas delicados, como a diversidade, a morte, o amor, a intolerância. Texto e direção de Saulo Sisnando, que conseguiu tocar as pessoas com sua delecadeza na fala, na cena, no tempo de cada situação explorada pelo competente elenco formado por Amanda Melo, Daniel Dias da Silva, Fabrício Polido e Nedira Campos. Idealizado pelo ator e cantor Marcelo Nogueira, a montagem contou com a produção da querida Cacau Gondomar. Um lindo e comovente espetáculo que pode ajudar o mundo a entender que podemos ser diferentes e, ainda assim, sermos gentis uns com os outros.
Foto de cena: Luciana Mesquita

Clipping matérias publicadas: https://drive.google.com/open?id=1JLhL_7wVJM2jVLkUtuKeZTI7MiRW2gKf


Glaucy Fragoso é Urbana

Nos conhecemos e nos reconhecemos no teatro, quando Glaucy foi prestigiar o convite que fiz para ela assistir Rosário, de Marcio Cunha, no Sesc Copacabana. Uma estreia inesquecível e dois dias depois já estávamos juntas pensando em como apresentar Urbana para as pessoas. E aqui estamos: ela pronta para a estreia, hoje, dia 7 de agosto, no Teatro Serrador (RJ). Eu, pronta para aplaudir a garota da zona rural de Santa Catarina que veio se aventurar por estas bandas de cá e vive sua verdade intensamente – por enxergar o outro, e a si, sem medo do que vai encontrar. Assim é Urbana de Glaucy Fragoso, um espetáculo repleto de personagens reias, experiencias reais, quando homem e cidade estão em desordem. Aposto todo meu amor profissional nessa atriz, que é inventiva, dramaturga corajosa e palhaça por vocação. Voa voa, minha querida. Você é bicho de teatro. Obrigada por me escolher.

Clipping: https://drive.google.com/open?id=1BWPkEoKqtlUEwrPiKTcdpEl3MdQg2Eok
Foto: Renato Mangolin

Viagem ao universo de Rosario

Quando fui convidada para fazer a assessoria de Rosario, de Márcio Cunha, imediatamente fiquei animada com a proposta artística do coreógrafo e pesquisador para o espetáculo de dança que investiga a vida e a obra de Arthur Bispo do Rosário. A montagem fecha a trilogia criada e protagonizada pelo bailarino, onde une artes plásticas e dança – os outros foram Frida-me e Céu de Basquiat. Em curtíssima temporada no Mezanino do Sesc Copacabana (RJ), na última quinta-feira fui impactada com a estreia do espetáculo, que contou com a presença de Arlindo, ex interno da Colônia Juliano Moreira que assina o “Barco” da instalação cenográfica. Arlindo foi convidado e, inesperadamente, participou ativamente da cena e nos levou ao melhor lugar que o teatro pode nos levar. Assim, entre o sagrado e o profano, sai da apresentação com a certeza de que Rosario foi para mim um espetáculo inesquecível. Até domingo ainda da tempo de conferir as últimas apresentações da montagem. A imagem deste post é a crítica que tivemos no O Globo, assinada pela Adriana Pavlova. Foi intenso, Márcio Cunha. Obrigada.

Clipping: https://drive.google.com/open?id=1wpNVBBZEBK7-RwtxHTziLUOHucwiKwBj