o penúltimo dia

acordei cedinho e quando cheguei no mar, sempre muito perto, ele estava longe, muito seco, cheio de poucas surpresas.
me aventurei nos corais, na arrebentação, aquela que passei a semana vendo os jangadeiros, ouvindo as ondas baterem para que a divisa me desse um mar calmo, quase um rio.
agora à tarde, após um dia lindo de sol-chuva, azul-cinza, vento-vento, me ofereci numa maré cheia, de um mar verde claro, águamorna, sempre, quase doce, mar que corre como um rio, lindo, para um final de tarde deslumbrante, silencioso no som das folhas do coqueiral…
penultimo dia…esplendido… vontade imensa de ficar por aqui mais um pouco…
quem sabe volto logo… quem saberá…
Patacho, Al, 12 de junho de 2010.
Foto, Silvana Cardoso

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