Quase Poesia

Sua  poesia inundou meu corpo
Abriu poros, transbordou
Minha pele, suas mãos
Seus sentidos
Suas malicias
Me entrego
Seu suor contamina meu corpo
Beijos passeiam
Pele, química
Nenhum silêncio
Vigília, noite lenta
Sussurros
Manhã molhada
Me perco
Seus olhos me cobrem
Passeiam, sem promessas
Já não responde
Seu gosto na minha boca
Me jogo
Sua poesia corroeu minha alma
Meu vicio
Seu corpo me confundiu
Meu tudo, meu nada,

Quimera
Sem poesia

 

Data indefinida (compilado em dezembro, 2007)
Foto: Silvana Cardoso

 

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